19 19UTC Junho 19UTC 2009

Imperador Maximiliano von Habsburg y Lorena, monarca do México de 1864 a 1867.
O imperador do México Maximiliano de Habsburgo Lorena foi capturado após um cerco em Santiago de Querétaro, onde foi em seguida aprisionado e fuzilado em 19 de junho de 1867.
O curto reinado de Maximiliano (de 1864 a 1867), fez parte do chamado Segundo Império Mexicano, instaurado pelo monarca francês Napoleão II, filho de Napoleão Bonaparte. Haviam rumores de que Maximiliano, como arquiduque da Áustria, era filho ilegítimo do imperador francês e, por isso escolhido para governar o país.
A Aventura de Maximiliano de Habsburgo – como foi chamada no México – não passou de um triste episódio de interesses criados, ingenuidade e desespero. Os conservadores viram em sua pessoa a possibilidade de manter um sistema político que lhes parecia seguro por contar com o apoio da França, da Inglaterra e da Santa Sé. O arquiduque austríaco, por sua vez, transformado em imperador, via-se condenado a ser sempre o irmão do imperador da Áustria e aceitou o papel que lhe era oferecido desempenhar em um país completamente desconhecido para ele e submerso numa profunda crise política.
Durante os três anos de reinado, o imperador enfrentou acirrada oposição dos conservadores, devido às suas posições liberais e dos republicanos, depois de ter mandado executar sumariamente seus líderes.
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Escrito por Cristian Derosa
18 18UTC Fevereiro 18UTC 2009
(http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRSPE51G0F920090217 ) terça-feira, 17 de fevereiro de 2009 13:26 BRT [-] Texto [+] BOGOTÁ (Reuters) – A maior guerrilha de esquerda da Colômbia admitiu nesta terça-feira a execução de oito indígenas em uma área de selva do sudoeste do país e acusou as vítimas de realizar serviços de inteligência para o Exército. Autoridades colombianas informaram na semana passada que até 27 indígenas da etnia awá teriam sido assassinados por rebeldes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no Departamento (equivalente a Estado) de Nariño, mas que mesmo com as denúncias os corpos nunca foram encontrados. “Nossas unidades guerrilheiras prenderam 8 pessoas que recolhiam, por grupos, informações sobre a gente para depois levá-las às patrulhas militares que realizam operações na região”, disse o grupo rebelde em comunicado divulgado através da agência Anncol. As Farc afirmaram que os indígenas realizavam explorações, localizavam a guerrilha e depois repassavam os dados aos militares do Exército que realizavam operações contra os insurgentes. “Diante da pressão da operação, sua responsabilidade na morte de muitos guerrilheiros e sua inegável participação ativa no conflito, foram executados”, reconheceram as Farc, que figuram na lista de organizações terroristas dos EUA e da União Europeia. “Essa nossa ação não foi contra indígenas, foi contra pessoas que independentemente de sua raça, religião, etnia, ou condição social, aceitaram dinheiro e se colocaram a serviço do Exército em uma área que é objeto de uma operação militar”, acrescentaram. O ministro de Defesa da Colômbia, Juan Manuel Santos, disse que o comunicado demonstra que as Farc não têm escrúpulos e pediu que a comunidade internacional condene esse massacre. O comandante das Forças Militares, general Freddy Padilla de León, negou que os indígenas façam parte de redes de informantes remunerados pelo Exército, como denunciou a guerrilha, e assegurou que o crime foi “inadmissível”. A comunidade awá, à qual pertenciam as vítimas, é um dos 87 povos indígenas da Colômbia e um dos que se encontram em risco de extinção como resultado do conflito armado de mais de quatro décadas, de acordo com a ONU.
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Escrito por Cristian Derosa
24 24UTC Janeiro 24UTC 2009
Segundo o site Portas Abertas (http://www.portasabertas.org.br/classificacao/default.asp), no topo da lista dos países que mais perseguem cristãos no mundo está a Coréia do Norte, considerada zona de “perseguição severa”.
Em segundo lugar aparece a Arábia Saudita e em terceiro, o Irã. Trata-se de uma lista de países segundo o grau de intolerância com cristãos. Ela é muito útil para acompanhar aqueles em que a perseguição está se tornando mais intensa a cada ano.
O contato direto com as igrejas locais no mundo todo é a fonte mais importante de informações da organização Portas Abertas. Com essa rede internacional de informantes, é feita uma atualização da lista periodicamente. O procedimento é executado desde 1993. Desde janeiro de 2003, porém, é atualizada uma vez ao ano.
Há 50 países, de um total de 217, em que ocorre perseguição contra cristãos. O critério de seleção é o resultado de um questionário específico desenvolvido com perguntas padronizadas sobre:
. a situação legal dos cristãos no país,
. a atitude do regime político em relação à comunidade cristã,
. a liberdade da Igreja para organizar eventos,
. o papel da Igreja na sociedade,
. o tratamento de cristãos considerados individualmente e
. outros fatores limitadores da vida de igrejas e cristãos.
Os dados apresentados pelo site Portas Abertas mostram claramente uma parte da realidade que é sonegada pela mídia. Enquanto é feita uma cobertura minudente da posse do primeiro presidente negro dos Estados Unidos, cuja religião ainda se desconhece, cristãos pelo mundo são perseguidos e presos pelo simples fato de serem cristãos.
Uma das explicações é a opção pessoal dos jornalistas, devido à formação acadêmica assumidamente anticristã que vigora não só na América Latina. Ainda que disfarçada de coerente e racional, a universidade propõe visões que se opõe à tradição cristã, coisa só possível obviamente dentro da própria civilização cristã que reconhece a liberdade de expressão plena.
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Escrito por Cristian Derosa
24 24UTC Janeiro 24UTC 2009
Segundo o site Portas Abertas (http://www.portasabertas.org.br/classificacao/default.asp), no topo da lista dos países que mais perseguem cristãos no mundo está a Coréia do Norte, considerada zona de “perseguição severa”.
Em segundo lugar aparece a Arábia Saudita e em terceiro, o Irã. Trata-se de uma lista de países segundo o grau de intolerância com cristãos. Ela é muito útil para acompanhar aqueles em que a perseguição está se tornando mais intensa a cada ano.
O contato direto com as igrejas locais no mundo todo é a fonte mais importante de informações da organização Portas Abertas. Com essa rede internacional de informantes, é feita uma atualização da lista periodicamente. O procedimento é executado desde 1993. Desde janeiro de 2003, porém, é atualizada uma vez ao ano.
Há 50 países, de um total de 217, em que ocorre perseguição contra cristãos. O critério de seleção é o resultado de um questionário específico desenvolvido com perguntas padronizadas sobre:
. a situação legal dos cristãos no país,
. a atitude do regime político em relação à comunidade cristã,
. a liberdade da Igreja para organizar eventos,
. o papel da Igreja na sociedade,
. o tratamento de cristãos considerados individualmente e
. outros fatores limitadores da vida de igrejas e cristãos.
Os dados apresentados pelo site Portas Abertas mostram claramente uma parte da realidade que é sonegada pela mídia. Enquanto é feita uma cobertura minudente da posse do primeiro presidente negro dos Estados Unidos, cuja religião ainda se desconhece, cristãos pelo mundo são perseguidos e presos pelo simples fato de serem cristãos.
Uma das explicações é a opção pessoal dos jornalistas, devido à formação acadêmica assumidamente anticristã que vigora não só na América Latina. Ainda que disfarçada de coerente e racional, a universidade propõe visões que se opõe à tradição cristã, coisa só possível obviamente dentro da própria civilização cristã que reconhece a liberdade de expressão plena.
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Escrito por Cristian Derosa
20 20UTC Janeiro 20UTC 2009
AE AP – AGÊNCIA ESTADO
ASSUNÇÃO – O Instituto Nacional de Desenvolvimento Rural e da Terra (Indert) do Paraguai reiniciou hoje, com o respaldo de policiais, o desalojamento de colonos brasileiros de perto de 1.800 hectares de terras cultivadas com soja, no departamento de Kanindeyú, no norte paraguaio. Alguns dos chamados brasiguaios são acusados de ocupar terrenos destinados à reforma agrária no país.
Alberto Alderete, diretor do Indert, disse aos jornalistas que “estamos fazendo a verificação dos títulos de modo a recuperar terras estatais a serem distribuídas aos campesinos pobres”. Segundo Alderete, o Indert está habilitado legalmente a recuperar as propriedades pela via administrativa, sem a necessidade do pagamento de indenizações. “Os estrangeiros não são beneficiários da reforma agrária, portanto não podem possuir terrenos fiscais, nem sequer podem alugá-los”, disse o funcionário.
Dos 168 terrenos, que somam 1.800 hectares, alvos de intervenção no distrito San Juan, departamento (Estado) de Kanindeyú, 580 quilômetros a nordeste de Assunção, 125 estão sob jurisdição judicial, após seus supostos proprietários estrangeiros solicitarem ajuda. Os produtores brasileiros das outras propriedades contrataram seguranças privados. Alguns desses brasiguaios usariam os seguranças também para impedir o ingresso dos funcionários do Indert, segundo imagens do canal 4 de televisão.
Odilón Espínola, secretário-geral da Federação Nacional Campesina (FNC), de centro-esquerda, convocou milhares de membros do grupo em Kanindeyú para que se congregassem em San Juan “a fim de cooperar com o Indert no resgate da terra paraguaia”. O líder negou que o chamado possa se converter em um ato de pressão aos funcionários e disse que “163 famílias, designadas por sorteio, se instalarão nas terras”.
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Escrito por Cristian Derosa