Israel e Palestina: a cruzada interminável

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Convém a qualquer país cristão repudiar a guerra e a inimizade entre nações e principalmente religiões diferentes. Em meio a tudo o que diz respeito ao apoio ocidental dos EUA a Israel, está o princípio religioso, não somente em razão da busca da paz, mas da natureza histórica e sagrada de Israel e do povo judeu. Na visão cristã, cabe aos cristãos proteger o Povo de Deus da ira do mal e livrar assim a Terra Santa da influência nefasta do povo árabe que, desde as cruzadas, mantém-se fiél aos meios da destruição.
A ONU, responsável pela criação do Estado de Israel, em 1947, condenou imediatamente os ataques em Gaza, promovidos no final de 2008. Mas estranhamente não pediu o cessar fogo ao Hamas que tem atacado as fronteiras rejeitando o tratado de paz assinado com Israel.
Os Eua sabiamente declarou a manifestação da ONU parcial, por não emitir condenação formal aos ataques terroristas. Não é a primeira vez que a ONU omite-se diante de ataques a soberanias e de genocídios. Lembremos do massacre da Ucrânia, cuja amplitude só se conheceu recentemente.
A morte de um dos principais líderes do Hamas, Nizar Rayyan, demonstrou ao mundo que os ataques não estavam somente cumprindo a missão da simples agressão vingativa e desmedida em relação aos ataques anteriores à fronteira israelense, mas faziam parte de uma operação coordenada e objetiva contra um alvo determinado.
Tanto Israel quanto os EUA não possuem interesse em uma guerra aberta contra o povo islâmico. Suas ações violentas não representam tão grandes ameaças à existência do Islamismo quanto representam os ataques muçulmanos a países cristãos. Isso porque o que os move é o ódio.
A grande proeza do capitalismo foi unir o mundo ao tornar necessária a livre negociação com o apelo da acumulação de capital e consequente crescimento das economias. O comércio internacional possibilita o respeito e aceitação de todo o tipo de cultura e religião. Com a ajuda do Cristianismo, o capitalismo transformou-se na melhor (ou menos pior) opção de sobrevivência dos povos ao unir a necessidade de abertura de mercados ao respeito individual e garantias dos direitos do homem como o livre culto. Só a cultura judaico-cristã construiu, ao longo de séculos, este aparato. O mundo islâmico, ao contrário, não separou a religião do Estado. Não conheceu reformas ou contra-reformas. Sua visão de política continua atrelada à necessidade da violência. Com a ajuda do Islamismo, a sociedade muçulmana, salvo dignas excessões, tornou-se um problema para o restante do mundo civilizado e ameaça constantemente a paz nos mais distantes lugares.Desde o estabelecimento do Estado de Israel, a Palestina vem tentando expulsar o que eles chamam de invasores.
Israel foi construida por meio de uma resolução da ONU que estabelecia para o povo judeu um território em meio aos países árabes. Ocorre que o local escolhido fora justamente o local do antigo país dos judeus e de onde foram expulsos historicamente.

O passado dos judeus está repleto de histórias de perseguições que, desde Roma, tentam fazer justamente o que os muçulmanos querem atualmente: eliminar judeus da face da Terra. Portanto, não se trata de expulsar invasores. Trata-se da eliminação do povo judeu e sua destruição completa, seguindo assim, um objetivo de hegemonia da religião islâmica no mundo, o que culminará com a destruição do mundo cristão.

Os meios são violentos e os fins tenebrosos. Meios violentos, no entanto, fazem-se necessários para impor a paz, o que infelizmente não pode ser descartado na questão entre Israel e Palestina. As negociações para a criação de um Estado da Palestina fracassaram e os árabes não aceitaram as condições. Preferem a guerra elegendo grupos terroristas, como o Hamas, para governar seus países e alimentam o ódio ao ocidente.

Se entre os princípios do Islamismo está a hegemonia sobre outras religiões e entre os seus meios estão a violência, torna-se eminente a utilização de meios violentos para defender os cristãos e judeus dessa ameaça histórica, pois os princípios destes últimos, já sabemos, são os da paz. “Quem não tem uma espada que venda sua capa e compre uma”, disse o messias cristão. A defesa dos cristãos nunca na história faltou ao seu papel. Defender judeus, portanto, é defender a liberdade como a conhecemos.

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